sábado, 15 de junho de 2019

Caixa muda feirão e setor adota plano B para vender




O tradicional Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica Federal vai mudar. Responsável por negociar entre R$ 10 bilhões e R$ 15 bilhões por ano, o formato será remodelado após 14 anos. A ideia da nova gestão do banco é pulverizar o feirão. Ao invés de poucos eventos de grande porte, a Caixa prepara uma série de pequenas feiras em mais de 100 municípios por todo o País. Tradicionalmente realizado no primeiro semestre, o feirão foi transferido para a segunda metade do ano. O novo modelo deve começar a ser testado em agosto. A ausência do mega evento da Caixa pode dar uma esfriada nas vendas das construtoras no segundo trimestre. Essa perda será concentrada no segmento de moradias populares, que é, justamente, o foco do feirão.
» É o jeito. Sem o grande evento da Caixa, algumas empresas resolveram organizar suas próprias promoções de vendas. Neste fim de semana, a Tenda realiza um feirão com oferta de imóveis em condições especiais em cinco Estados. A Cury já fez o seu no mês passado. A MRV, maior operadora do Minha Casa Minha Vida (MCMV), tem optado por feirões regionais no fim de cada trimestre. E a Direcional vem realizando campanhas variadas de vendas, sem o formato de feirão. Procurada, a Caixa não comentou.
» Desfecho. A companhia área Avianca pode ter seu fim sacramentado amanhã, dia 10, quando está prevista a próxima sessão de julgamento do Tribunal de Justiça de São Paulo. A expectativa é de que a Corte vote sobre a realização ou não do leilão das autorizações de pouso e decolagem da empresa, que está em recuperação judicial desde dezembro de 2018. Quando o leilão foi suspenso pelo TJ, em 6 de maio, o desembargador Ricardo Negrão comentou na decisão que a Corte poderia deliberar sobre “a hipótese de convolação da recuperação judicial em falência”.
» Fim de festa. Desde a suspensão do leilão, entretanto, os desdobramentos do caso têm indicado que só falta realmente ser decretada sua falência. A Avianca está com todos os voos suspensos desde 24 de maio e, mesmo que houvesse o leilão, Gol e Latam enfrentariam resistência para obterem aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para ficarem com os horários oferecidos. Aos olhos do Cade, haveria uma concentração de voos nas mãos das duas empresas.
» Tudo lindo. A MRV Engenharia, maior operadora do Minha Casa Minha Vida, investiu R$ 80 milhões no primeiro quadrimestre em obras de melhorias urbanas nas 150 cidades onde atua. Desse montante, R$ 32 milhões foram contrapartidas legais exigidas pelo poder público, e outros R$ 48 milhões foram aportes voluntários com reformas de praças e escolas, construção de ciclovias e arborização, entre outros itens.
» Sem almoço grátis. Com empreendimentos imobiliários de grande porte, a valorização da vizinhança faz parte da estratégia de negócios da MRV para atrair mais compradores de imóveis. Em maio, a companhia entregou uma base administrativa para a Polícia Militar localizada na entrada do mega projeto Grand Reserva Paulista, novo bairro com 7,5 mil apartamentos que está em construção em Pirituba, na zona norte da capital paulista. Em 2018, os investimentos em melhorias urbanas totalizaram R$ 230 milhões. Se o ritmo atual for mantido, os aportes de 2019 poderão superar os de 2018.
» Ímã. O número de investidores pessoa física na Bolsa alcançou 1,098 milhão no fim de maio, mantendo o ritmo de entrada de novos investidores na esteira do ambiente de baixas taxas de juros. Em relação ao número de investidores pessoas físicas ativos no fim do ano passado, o crescimento é de cerca de 35% até aqui. Se o ritmo continuar, a marca de 1,5 milhão de CPFs pode ser atingida já no fim deste ano.
» Efeito negativo. O desempenho abaixo do esperado da economia brasileira já pesa nas projeções do mercado de seguros para 2019. A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) espera que o setor cresça de 4,7% a 6,9% neste ano. O intervalo anterior apontava para expansão de 4,5% a 7,1%. Até março, cresceu 5,9% ante mesmo período de 2018.
» Não andou. A nova projeção reflete o desempenho aquém do esperado em um dos principais segmentos do mercado no Brasil, o seguro de automóveis. A CNseg espera alta de 0,5% a 3,5% contra faixa de 5,4% a 7% em 2018. Também pesa o segmento de pessoas, como vida.

Caixa reduz juro, mas Bradesco tem a melhor taxa no crédito imobiliário


Já estão em vigor as novas taxas no financiamento para a compra de imóvel na Caixa Econômica Federal, que foram reduzidas em até 1,25 ponto porcentual. A expectativa é que esse corte volte a acirrar a concorrência entre os grandes bancos nessa linha de crédito, favorecendo não só o candidato à compra de um imóvel, mas o mutuário que tem o contrato em andamento e pretende mudar de banco pela portabilidade, em busca de juros menores.
Com a medida, ficam mais baixas as taxas tanto de clientes da Caixa quanto de não clientes. O juro mais baixo cobrado de clientes recua de 8,75% ao ano para 8,50% mais a Taxa Referencial (TR). O mais alto, exigido de não correntistas do banco, cai de 11% ao ano para 9,75% mais TR.
Mas nem por isso, a Caixa ocupará a dianteira de juro mais baixo para compra da casa própria, segundo comparativo feito pela Melhortaxa, maior plataforma digital especializada em crédito imobiliário do País: atualmente o Bradesco tem as menores taxas.
“O Bradesco vinha se destacando com a taxa mais atrativa, de 8,3% e podendo chegar a 8,1%. O Itaú reagiu recentemente, pareando a sua taxa e voltando a brigar por carteira. A queda nas taxas de juros pode impulsionar ainda mais o movimento de portabilidade dos empréstimos imobiliários, que teve um crescimento de 146% em 2018 em relação a 2017″, avalia Rafael Sasso, cofundador da fintech.
Por enquanto, não há nenhuma previsão de que os demais bancos, principalmente os privados, venham a baixar ainda mais os juros, como resposta à decisão da Caixa. Mas na opinião do especialista, “a tendência é que voltemos a ter uma pressão concorrencial maior neste mercado, o que pode abrir espaço para mais reduções nos grandes bancos, que vão precisar reagir”.
No gráfico abaixo vai o levantamento feito pela Melhortaxa, de 2014 a 2019, com um comparativo dos juros cobrados pelos cinco maiores bancos do mercado – Caixa, Banco do Brasil, Bradesco, Itaú-Unibanco e Santander –, em contratos efetivamente assinados e não os anunciados no balcão.
Como explica o cofundador da Melhortaxa, Rafael Sasso, os juros dos contratos fechados fornecem uma dimensão mais precisa das taxas efetivamente cobradas pelos bancos, já que durante as negociações para o financiamento eles podem resultar em níveis diferentes dos anunciados ao grande público.
“A Caixa tinha, no passado, um papel histórico de fomentar a concorrência nesse setor, liderando a redução das taxas de crédito imobiliário”, avalia Sasso. No entanto, explica ele, em 2017, com a falta de recursos para essa linha de crédito, a Caixa deixou de exercer esse papel sem ter a preocupação de ajustar os juros do financiamento para uma Selic bem mais baixa, em 6,50% ao ano atualmente.
Em 2018, quando a CEF voltou a reduzir suas taxas, relata o executivo, a reação foi imediata entre os grandes bancos. Com um movimento inicial e significativo puxado pelo Santander, que cortou sua taxa para um dígito e foi seguido pelos demais. “ O movimento da última semana dá um fôlego para a Caixa de se reaproximar das ofertas dos concorrentes”.
Embora a redução seja positiva para o consumidor, para saber qual a melhor taxa, é preciso comparar não só a taxa anunciada pelo banco, mas o Custo Efetivo Total, que inclui outras despesas administrativas e seguros. “A Caixa, por exemplo, possui um dos custos de seguros mais altos do mercado”, alerta ele.
Outras condições - A redução do juro na Caixa valerá para os financiamentos em todas as modalidades para a compra de imóveis novos, usados, terreno, para construção e reformas. Tanto para os contratos regidos pelo SFH como pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI).
O SFH financia a compra de imóvel avaliado até R$ 1,5 milhão com recursos da caderneta e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O SFI financia a compra de imóvel com valor de avaliação acima de R$ 1,5 milhão com recursos captados com letras de crédito e títulos imobiliários.
Por ter custo de captação de recursos, o chamado funding, mais elevado que o da caderneta e o do FGTS, fonte de recursos do SFH, o SFI tem como foco o financiamento de imóveis de valor mais elevado, por custos também mais altos, já que seguem as taxas livres de mercado.
À primeira vista, em termos porcentuais, uma redução como a promovida pela Caixa parece pouco em termos de impacto sobre o valor da prestação ou como economia no fim do contrato. Especialistas em crédito imobiliário lembram, contudo, que, como o financiamento habitacional se estende por longo prazo, podendo chegar a 30 e até 35 anos, o impacto no resultado final é significativo para o bolso do mutuário.
Portabilidade - A redução dos juros vai beneficiar também quem já tem um financiamento, mas fechou seu contrato em períodos em que os juros estavam bem mais altos do que os atuais. Esses compradores têm agora a possibilidade de transferir sua dívida com juros mais baixos para outro banco que queria assumir o seu contrato pelo processo de portabilidade.
Rafael entende que a troca de instituição financeira nos contratos de financiamento imobiliário ganhe agora ainda mais estímulo. Ele lembra que em 2018 o total movimentado pela portabilidade alcançou R$ 5,06 bilhões, com crescimento de 146% em relação ao ano anterior.

Caixa finaliza estudo para mudar indexador do crédito imobiliário


O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse que o banco está trabalhando em medidas como a troca de indexador do financiamento imobiliário, retirando de cena a TR (Taxa Referencial).
“Estamos terminando estudo para mudar o indexador do crédito imobiliário. Não faz sentido emprestar por 30 anos um instrumento que não se tem o hedge”, disse Guimarães, explicando que a discussão é incluir o IPCA como indexador.
Na semana passada, o presidente da Caixa disse que o banco preparava o lançamento de linhas atreladas ao IPCA.
Nesta quarta-feira, ele afirmou que a mudança de indexador “vai permitir a gente continuar incentivando o crédito imobiliário no Brasil”.
Mais tarde, Guimarães esclareceu que a mudança deve provocar redução do custo desse tipo de financiamento. “Em quanto [será a redução] ainda está em estudo. Estamos fazendo as simulações. Hoje na Caixa só faremos coisas que façam sentido matemático”, disse. “A ideia é ter redução, senão não faz sentido”, disse.
Pela manhã, ao ser questionado sobre se a troca de TR por IPCA levaria a aumento de custo, Guimarães respondeu “sim” e explicou que a mudança em estudo traria vantagens por permitir ao banco fazer hedge das operações. O presidente explicou que tinha entendido que falava de redução de custo na entrevista e não de aumento.
O executivo comentou ainda que essa possibilidade de se fazer hedge permitirá que o banco tenha um balanço melhor para poder renegociar dívidas e também oferecer empréstimos em melhores condições.

domingo, 9 de junho de 2019

Brasileiros retiram R$ 718,7 milhões da poupança em maio

Após os saques líquidos de R$ 2,877 bilhões em abril, os brasileiros voltaram a retirar dinheiro da poupança em maio. Dados do Banco Central mostraram que, no mês passado, R$ 718,718 milhões líquidos saíram na caderneta poupança. Em maio de 2018, foram registrados depósitos líquidos de R$ 2,405 bilhões.
No mês passado, foram R$ 204,305 bilhões em saques, contra R$ 203,586 bilhões em depósitos. Considerando os rendimentos de R$ 2,987 bilhões na poupança em maio, o saldo global da caderneta chegou aos R$ 795,160 bilhões.
No acumulado de 2019, as retiradas líquidas da poupança somaram R$ 16,997 bilhões. O montante é resultado de saques de R$ 980,894 bilhões contra depósitos de R$ 963,897 bilhões.
Em função da crise econômica, a caderneta registrou saídas líquidas em 2015 e 2016, mas iniciou um processo de recuperação no ano seguinte. Em 2018, em meio à relativa retomada do emprego e da renda, a poupança fechou o ano com captação líquida de R$ 38,260 bilhões.
Esta procura maior pela poupança no ano passado ocorreu apesar de a rentabilidade ser, atualmente, inferior ao visto em anos anteriores. Hoje a poupança é remunerada pela taxa referencial (TR), que está em zero, mais 70% da Selic (a taxa básica de juros da economia). A Selic, por sua vez, está em 6,50% ao ano desde março de 2018.
Essa regra de remuneração da poupança vale sempre que a Selic estiver abaixo dos 8,50% ao ano. Quando estiver acima disso, a poupança é atualizada pela TR mais uma taxa fixa de 0,5% ao mês (6,17% ao ano). Esta remuneração, mais elevada, deixou de valer em setembro de 2017, quando a Selic passou para abaixo do nível de 8,50%.

Setor imobiliário precisa do IPCA, diz presidente da Caixa

A Caixa prepara o lançamento de linhas de crédito imobiliário atreladas ao IPCA em cerca de duas semanas. O esboço que vem sendo discutido prevê a indexação dos contratos à inflação mais um adicional de até 6% ao ano.
Esse percentual poderá ser reduzido para até 1% se o cliente tiver outros produtos do banco, como seguros e cartão de crédito — algo que é praxe no mercado, mas nem tanto na Caixa.
Em reunião com empresários, o presidente do banco, Pedro Guimarães, afirmou que as linhas de financiamento habitacional atreladas ao IPCA vão ser “sem dúvida as menores do mercado”.
O executivo disse considerar que o setor imobiliário brasileiro só é viável, no médio prazo, com o uso do IPCA nos contratos. “TR só existe no Brasil. Como faz hedge disso?”, questionou, em referência à Taxa Referencial, indexador usado nos contratos atuais. “Tem hedge se for em IPCA ou corrigido por câmbio, o que é uma maluquice.”
Desde que assumiu o comando da Caixa, Guimarães tem dito que pretende securitizar carteiras de crédito imobiliário, o que abrirá espaço no balanço para fazer mais operações. A correção dos financiamentos pelo IPCA é necessária tendo em vista esse objetivo, pois o mercado teria pouco interesse em certificados de recebíveis imobiliários (CRI) com ativos corrigidos pela TR.
Em paralelo à indexação pelo IPCA, o governo discute com os bancos mudanças na regulamentação das letras imobiliárias garantias (LIG) para que os títulos possam ser emitidos no exterior, como noticiou o Valor na segunda-feira. Nesse caso, há ainda questões em aberto sobre o impacto da variação cambial sobre o funding.
A LIG e a securitização são dois caminhos em estudo pela equipe econômica para diversificar as fontes de recursos para o setor imobiliário e torná-lo menos dependente das fontes atuais, o FGTS e a poupança.
O executivo afirmou também que a Caixa vai retomar o protagonismo que costumava ter no financiamento imobiliário com recursos da poupança (SBPE). A Caixa fechou abril com R$ 5,901 bilhões em operações desde o início do ano, o dobro do volume que originou no mesmo período de 2018. O crescimento fez com que a instituição voltasse a liderar o mercado, posição perdida para o Bradesco no ano passado.
De acordo com o presidente da Caixa, o crédito tem de ser apenas um componente no retorno gerado pelos clientes. Para isso, o banco tem apostado em outras em outras modalidades de produtos, como seguros, cartões e adquirência — o que lhe ajuda a melhorar a oferta para os correntistas e, ao mesmo, tempo dar maior atratividade aos ativos que pretende oferecer ao mercado em aberturas de capital.
A estratégia também passa por um melhor uso da rede de atendimento da Caixa, composta por cerca de 26 mil pontos entre agências, lotéricas e correspondentes bancários. O banco fechou o ano passado com 98 milhões de clientes.

domingo, 26 de maio de 2019

Geração Z deverá superar a geração do millennials em aluguel

Quando se trata de custos de aluguel, a geração do millennials carrega um fardo mais pesado do que o de qualquer outra geração na história, mas se as taxas médias de aluguel continuarem a subir em seu ritmo atual, a geração Z ficará pior.
Um novo estudo da RentCafe revelou que os estimados 80 milhões de millennials do país pagam aproximadamente 45% de sua renda total para alugar. E, devido à preferência pela vida urbana em detrimento da expansão suburbana e à alta ininterrupta das taxas de aluguéis em todo o país, a maioria dos millennials desembolsará U$92.600 em aluguel antes dos 30, segundo dados retirados do Censo dos EUA.
Mas uma nova geração de locatários, a geração Z, deve gastar um total de U$ 102.100 em aluguel até completar 30 anos, de acordo com Florentina Sarac.
“Dada a sua esmagadora dívida de empréstimos estudantis, os jovens da geração do millennials podem continuar alugando, simplesmente porque a perspectiva de compra ainda não é atingível”, escreveu Florentina. “Por outro lado, os millennials mais velhos estão começando a mudar lentamente para a casa própria. Como eles estão finalmente alcançando o sonho americano, isso certamente impulsionará a demanda por casas à venda ”.
Em comparação, os locatários da geração X (nascidos entre 1965 e 1964) pagaram em média U$82.200 antes dos 30 anos, e os baby boomers (nascidos entre 1946 e 1964) pagaram U$ 71.00 em aluguel aos 30 anos, segundo a RentCafe
“Tanto a geração X quanto a geração de baby boomers fizeram menos dinheiro que os millennials, mas também gastaram menos com aluguel”, escreveram os autores do estudo. “A Geração X gastou um total de US $ 82.200 em aluguel quando eles estavam na faixa dos 20 anos, e eles ganharam cerca de US $ 202.100. O mesmo vale para os Baby Boomers, que ganharam US $ 195.700, enquanto US $ 71.000 foram para o aluguel ”.

Guia definitivo para escolher o bairro para morar

O momento de mudar para uma nova casa é cercado de muitas escolhas. Decidir entre uma casa ou apartamento, pensar na decoração e planejar um orçamento são apenas alguns dos pensamentos que rodeiam a mente do comprador ou locatário. Uma escolha muito importante também é a do bairro que deseja morar, que a princípio parece simples, mas envolve vários fatores a ser considerados.


Preste atenção na mobilidade

Quem mora nos grandes centros urbanos entende como os meios de transporte podem influenciar na qualidade de vida e conforto. Portanto, veja as linhas de ônibus disponíveis na região e atente-se ao fluxo de trânsito nos horários de pico. Além disso, tenha em mente os deslocamentos necessários, sua frequência e se podem ou não ser alterados em vista do novo bairro.

Considere seus deslocamentos

Com a mudança de casa, estar mais perto do local de trabalho ou estudo agora é uma possibilidade. Ao economizar tempo no trajeto, você certamente ganha em qualidade de vida. Por isso, use a internet a seu favor e descubra quanto tempo de deslocamento será necessário para ir de casa até os seus locais mais frequentados, considerando transporte público, carro ou até a pé. 

Lembre-se das opções de lazer

Além de trabalhar ou estudar, você também merece um momento de lazer e descanso, então pense em seu estilo de vida para tomar essa decisão: Para os jovens e universitários, pode ser interessante estar perto de bares e baladas. A proximidade com escolas, parques e clubes pode ser mais adequada para quem está começando uma família.

Pesquise sobre as conveniências

A vida cotidiana pode ser muito facilitada por uma boa infraestrutura de comércio e serviços. A princípio, considere a proximidade com supermercados, farmácias, hospitais e agências bancárias. Para quem não tem um carro, é mais importante ainda pensar se o transporte público é suficiente para atender às suas necessidades ou se as distâncias podem ser percorridas a pé.

Valorize a segurança

Outro aspecto muito importante é a segurança da região que se pretende morar. Por isso, observe se as ruas e espaços públicos são bem iluminados, a presença de câmeras de segurança, se a polícia costuma fazer vigilância. Quanto mais itens de segurança, maiores as chances de encontrar um lugar tranquilo para morar. E sobre esse assunto, uma boa ideia é conversar com moradores do bairro e possíveis vizinhos, porque ninguém melhor que eles para contar sobre esse assunto.

Conheça sua vizinhança

Uma boa vizinhança pode tornar o bairro ótimo para se viver, enquanto ter vizinhos ruins pode ser um transtorno.
Por isso, pense em suas preferências pessoais. Algumas pessoas preferem uma vizinhança silenciosa e que respeita os horários e regras da comunidade, enquanto outras não se importam tanto com os padrões de comportamento e apreciam o agito. 
E não se esqueça de observar a proximidade com estabelecimentos comerciais e avenidas movimentadas. Afinal, até quem gosta de uma vida agitada precisa de um momento de sossego.
Com essas dicas, escolher o bairro para morar certamente será uma tarefa mais tranquila. Leia sobre as regiões que mais te interessam, pondere entre suas prioridades e faça a melhor escolha.
Tem alguma dica infalível para o momento de escolher o bairro para morar? Deixe nos comentários!